segunda-feira, 22 de julho de 2013

Você já testou a sua discrição? Não ? Que tal começar agora?



Você já testou a sua discrição?
Não ? Que tal começar agora?
Qual seu ponto de vista sobre a frase mencionada na foto?
Leia a mensagem abaixo e deixe o seu comentário

Todos nós nascemos com certa curiosidade. Você se lembra das perguntas que fazia quando era criança? “Por que a zebra tem listra?”; “Os peixes têm sede?; “Como os bebês entram na barriga?”…
Essas curiosidades são saudáveis e compreensíveis. As crianças precisam aprender e expressam esse desejo nas perguntas.

Mas crescemos e adquirimos ao longo da vida muitos hábitos – uns bons, que nos ajudam, e outros péssimos, que nos separam das pessoas. Um deles é a curiosidade em excesso, ou seja, querer saber tudo de todos. Isso é falta de educação e muito desagradável.

Quem já não passou a experiência de estar perto de alguém que bombardeia de perguntas?
Pode ser a pessoa do seu lado no transporte público, que pergunta se você é casada, se tem filhos; ou no salão de beleza, a cabeleireira que deseja saber onde você mora, há quanto tempo, onde arrumou seus cabelos da última vez; o dentista que dispara as perguntas e você fica impossibilitada para falar; na sala de espera do consultório médico, aquela mulher que quer descobrir o que você sente, arrisca palpites e fala até de quem ela conhece que morreu sentindo isso, e por aí vai.

Talvez você conheça alguém assim: que corre a janela ao ouvir o som da sirene para ver o que aconteceu, atrapalha o trânsito todo para ver a pessoa acidentada, faz tudo para saber o motivo do divórcio da colega de trabalho, estica o pescoço para ver o que o outro está lendo, faz silêncio em casa para ouvir a discussão do vizinho, etc.

O desejo de saber dos últimos acontecimentos na vida de todos é tão grande, que chega a causar incômodos com perguntas indiscretas. Vou listar algumas que, na minha opinião, são terríveis, e nunca deveriam ser feitas. Não sei se vocês concordam. Leiam:

Você engordou ou é impressão minha?
Você está grávida de quantos meses? (Quando a mulher não está, e só engordou);
Você comprou isso onde? Quanto custou?
Não se casou ainda, por quê? (Como se casar fosse a coisa mais simples e fácil do mundo);
Esse emprego deve ser maravilhoso. Quanto é que você ganha?
Seu rosto está diferente. Você fez plástica?
Que cor linda. Seu cabelo é pintado?
Quantos anos você tem? (Há pessoas que não gostam de responder, então é melhor não perguntar);
Que é isso na sua perna? (Quando a pessoa tem uma mancha ou deficiência, nunca pergunte).
É muito bom conversar com as pessoas, mas devemos abordar assuntos mais amenos, atuais e sem perguntas pessoais e íntimas.

Existem algumas atitudes que são extremamente indiscretas, e se você realmente quer aprender e crescer em meio a um mundo contaminado por grosserias e fofocas, fuja disso. A mudança começa em nós, nunca no outro.

Quer ser mais feliz ainda? Busque conhecer você mesma, sua personalidade e o porquê de certas reações. Mergulhe dentro de si com bastante curiosidade para descobrir a razão da raiva, da sensibilidade, da insegurança, da agressividade… Convido você a conhecer suas raízes.

Você passou no teste da discrição? Caso a resposta seja negativa, que tal experimentar a mudança a partir de agora.

E se foi aprovada, parabéns!

Qual a pergunta mais indiscreta que você já fez ou já ouviu?

Núbia Siqueira

Acesse: www.cristianecardoso.com

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