sábado, 31 de março de 2012

O Espírito no Deserto

Expressões de sofrimentos, lamentos, críticas e reclamações nesse blog me fazem lembrar de Moisés liderando os filhos de Israel até à Terra Prometida. Ele certamente gemia no seu interior quando tinha de julgar problemas entre três milhões de pessoas. Reclamações, rebeldias, disputas por animais perdidos, clamores por pão, carne e, sobretudo, por água eram costumeiras no deserto.
Mesmo assim, Moisés não desistiu. Afinal de contas, havia Uma Coluna de nuvem, durante o dia, e de fogo, durante a noite. Essa Nuvem jamais se apartou do meio daquele povo. (Êxodo 13.22) Essa nuvem era o Espírito de Deus.
Ele nunca se apartou do Seu povo. Claro, os rebeldes têm morrido no deserto e não herdarão a Promessa. Mas seus descendentes acharam favor de Deus e, sob a liderança de Josué, conquistaram a Terra Prometida. Assim também acontece nos dias de hoje. Muitos foram libertos da escravidão egípcia, mas, por serem rebeldes, tímidos ou covardes, vão se perdendo pelos desertos do mundo.
Mas os perseverantes em seguir as Promessas, a seu tempo, tomarão posse delas, a exemplo daqueles do passado. Meus amigos, tenho acompanhado seus “gemidos inexprimíveis”. Também temos tido os nossos… por conta disso, entendo bem os de vocês.
Mas o Espírito Santo é conosco da mesma forma como foi com nossos pais na fé!
Enganam-se os inimigos da fé, ao pensar que angústias e tribulações diminuirão nossa confiança no Deus de Abraão, de Isaque e de Israel. Pelo contrário, do limão aprendemos fazer limonada; da fraqueza tiramos forças… de forma que quando estamos fracos, aí é que somos fortes. (2 Coríntios 12.10)
Além disso, cremos que, ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã. (Salmo 30.5)
Na fé.

Nenhum comentário:

Postar um comentário